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Eleições 2026: acompanhe ao vivo a apuração do 2º turno para presidente e governador do RN

Em SP, Lula tem maior fatia de votos do PT desde 2006

Presidente faz 46,15% dos válidos no 2º turno; capital puxa desempenho e vitória em 72 cidades

Por Redação Os Três Poderes ·

Foto: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 46,15% dos votos válidos em São Paulo no 2º turno realizado no domingo (25.out.2026), de acordo com os resultados do Tribunal Superior Eleitoral. É a maior participação de um candidato do PT no Estado desde 2006, quando o próprio Lula marcou 47,74%.

Comparação histórica

Em 2022, Lula havia registrado 44,76% dos válidos em São Paulo. O avanço agora foi de 1,39 ponto percentual, embora ele tenha sido derrotado no Estado, onde Flávio Bolsonaro (PL) somou 53,85%.

Em números absolutos, o presidente recebeu 12.119.274 votos em 2026 no Estado, frente a 11.519.882 em 2022.

Desempenho por municípios

A capital concentrou a melhora do desempenho. Na cidade de São Paulo, Lula teve 3.864.354 votos, equivalentes a 55,50% dos válidos, contra 3.097.923 (44,50%) de Flávio Bolsonaro. No total estadual, Lula venceu em 72 dos 645 municípios, enquanto o adversário foi o mais votado em 573.

Cenário nacional

No país, Lula foi reeleito com 64.256.232 votos válidos (51,79%), e Flávio Bolsonaro recebeu 59.826.041 (48,21%), segundo o TSE. A comparação das disputas considera os 2º turnos de 2002 a 2026; em 1994 e 1998 a eleição presidencial terminou no 1º turno. Durante o período, São Paulo manteve 645 municípios.

Como ler os percentuais

Os percentuais de votos válidos permitem comparar a evolução do apoio entre eleições, já que o eleitorado cresce ao longo do tempo. Assim, um candidato pode aumentar a votação nominal sem necessariamente ampliar sua participação no total de votos válidos.

O que muda para o RN

Como maior colégio eleitoral do país, o desempenho em São Paulo influencia o debate nacional e a formação de alianças políticas, com reflexos na correlação de forças em Brasília. Essas dinâmicas impactam a definição de prioridades e políticas públicas que alcançam Estados como o Rio Grande do Norte.

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