Investigadores apontam busca da PF em imóvel ligado a Flávio Bolsonaro
Ação teria sido autorizada por Alexandre de Moraes; PF e gabinete do senador não confirmaram até agora
Por Redação Os Três Poderes ·

Investigadores informaram que a Polícia Federal teria cumprido, nesta quarta-feira (28), mandado de busca e apreensão em um imóvel associado ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em Brasília. Segundo essas fontes, a medida foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, relator do inquérito.
Até a última atualização, não havia confirmação oficial por parte da Polícia Federal nem manifestação do gabinete do senador sobre a diligência, nem informações sobre eventuais apreensões.
Contexto
De acordo com o que relatam os investigadores, a diligência seria desdobramento de decisão judicial em inquérito que tramita no STF. Em procedimentos dessa natureza, o relator pode autorizar medidas como busca e apreensão quando identifica indícios que justifiquem a ação, cabendo à PF cumprir a ordem judicial.
Como se trata de apuração em curso e sob sigilo, ainda não há detalhes públicos sobre o objeto da investigação.
Impacto para o RN e para Natal
Por envolver órgãos federais e o Supremo, possíveis reflexos no Rio Grande do Norte ou em Natal dependem dos próximos passos do inquérito e de conexões que, se houver, venham a ser formalmente apontadas.
Este texto será atualizado se PF, STF ou o gabinete do senador divulgarem informações oficiais.
Comentários (0)
Os comentários estão desativados nesta matéria.
Leia também
STF autoriza buscas em endereço ligado a Flávio Bolsonaro durante investigação sobre lavagem de dinheiro
Mandado, com aval da PGR, mira documentos e aparelhos eletrônicos; senador deixou o país após determinação de entrega de passaportes
STF informa que não há mandado de busca e apreensão contra Flávio Bolsonaro
Supremo diz em nota que não existe decisão judicial nem diligência policial voltada ao senador ou aos seus endereços
Judiciário STF nega operação da PF contra Flávio Bolsonaro nesta quarta
Em nota, Supremo afirma que não há mandado de busca ou diligências direcionadas ao senador
