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Setor produtivo do RN cobra previsibilidade e ações do governo

Entidades pedem responsabilidade fiscal, segurança jurídica, infraestrutura e qualificação no próximo ciclo de governo

Por Redação Os Três Poderes ·

Ilustração: Uma maleta de executivo apoiada sobre uma pilha de documentos fechados em primeiro plano, iluminada por um feixe de luz que cria sombra forte. Ao fundo, em profundidade, uma silhueta estilizada de um conjunto industrial e de um cais com guindastes, e à direita a fachada simplificada de u
Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa gerada por IA

Representantes do setor produtivo do Rio Grande do Norte defendem que, no próximo ciclo de governo, o Estado priorize responsabilidade fiscal, segurança jurídica, infraestrutura e qualificação profissional, cobrando que essas diretrizes se convertam em ações concretas.

Segundo as entidades, transformar essas prioridades em políticas efetivas é condição para ampliar investimentos, fortalecer empresas locais e gerar emprego e renda no RN.

Prioridades apontadas

Os temas citados pelas lideranças do setor abrangem, em linhas gerais, o equilíbrio das contas públicas e a previsibilidade orçamentária (responsabilidade fiscal), a estabilidade de regras e marcos regulatórios (segurança jurídica), além de melhorias em obras e serviços que sustentam a atividade econômica (infraestrutura) e o avanço na formação de trabalhadores (qualificação profissional).

De modo geral, ambientes com maior previsibilidade e marcos claros costumam reduzir riscos e custos de transação, fatores considerados por empresas ao avaliar investimentos e expansão de atividades.

O que pode mudar para o RN

Para as entidades, a adoção de medidas alinhadas a esses eixos tende a atrair novos aportes, dar fôlego às cadeias produtivas locais e gerar mais postos de trabalho. A combinação entre gestão fiscal responsável, estabilidade regulatória, infraestrutura funcional e qualificação da mão de obra é vista como base para uma trajetória de crescimento sustentável no estado.

As discussões integram a agenda do setor para o próximo período de governo e colocam em foco a necessidade de diálogo contínuo entre gestão pública e setor produtivo em torno de prioridades que impactam a competitividade do Rio Grande do Norte.

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