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Simone Tebet surge como opção para vaga no Supremo, dizem interlocutores

Aliados teriam levado o nome de Tebet ao presidente; outras autoridades também aparecem na lista de cotados

Por Redação Os Três Poderes ·

Simone Tebet surge como opção para vaga no Supremo, dizem interlocutores

Aliados de Simone Tebet apresentaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a sugestão de que a ex-ministra seja considerada para uma das indicações ao Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a jornalista Mônica Bergamo.

Quem é a cotada

Tebet tem formação em Direito, com mestrado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e trajetória que inclui atuação parlamentar e carreira acadêmica. Ela foi ministra do Planejamento no governo atual e disputou a Presidência da República em 2022; depois integrou a equipe do Executivo. Mais recentemente, concorreu ao Senado por São Paulo, sem êxito eleitoral.

Outros nomes citados e a estratégia de indicação

Além de Tebet, a ministra do Superior Tribunal de Justiça, Daniela Teixeira, figura entre as lembradas para a Corte, de acordo com a mesma reportagem. Interlocutores ligados ao presidente afirmam que Lula já decidiu que pretende nomear pelo menos uma mulher para uma das vagas, embora o nome ainda não esteja fechado.

Também constam entre os cotados o advogado-geral da União, Jorge Messias, cujo nome foi rejeitado pelo Senado em votação anterior, e o ministro do Tribunal de Contas da União, Rodrigo Pacheco, que tem apoio do presidente do Senado e de integrantes do próprio STF, segundo a publicação.

Vagas em aberto e cronograma

A primeira vaga referida na cobertura se abriu com a saída de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025. Outras duas vagas devem ocorrer com aposentadorias previstas nos próximos anos: a de Luiz Fux, em abril de 2028, e a de Cármen Lúcia, em 2029.

O que muda para o país

As indicações ao STF dependem da escolha presidencial e da aprovação do Senado. Ao preencher essas cadeiras, o presidente pode influenciar a composição e o equilíbrio da Corte nas próximas décadas, com reflexos em decisões sobre direitos, políticas públicas e no próprio funcionamento do Judiciário.

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