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RN decide neste domingo presidente e governador no 2º turno

Urnas funcionam das 8h às 17h; Lula e Flávio disputam a Presidência, enquanto Allyson e Cadu concorrem ao Governo do Estado

Por Redação Os Três Poderes ·

Eleitores e mesários em uma seção eleitoral durante a votação
Eleitores e mesários em uma seção eleitoral durante a votação

Os eleitores do Rio Grande do Norte voltam às urnas neste domingo (25) para o segundo turno que definirá a Presidência da República e o Governo do Estado. De acordo com a Justiça Eleitoral, a votação ocorre das 8h às 17h, no horário de Brasília, adotado no RN.

Na disputa nacional concorrem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). No Estado, o segundo turno opõe Allyson Bezerra (União Brasil) e Carlos Eduardo Xavier, conhecido como Cadu de Lula (PT).

Contexto do primeiro turno

Segundo os resultados oficiais do primeiro turno, Flávio Bolsonaro teve 56.104.268 votos (47,03%) e Lula, 53.876.617 (45,16%). No RN, Allyson Bezerra somou 733.809 votos (36,94%) e Cadu de Lula, 718.300 (36,16%) — uma diferença de 15.509 votos. Nas duas corridas, as vantagens foram apertadas.

Para ser eleito no segundo turno, o candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos, excluídos brancos e nulos.

Como votar

No RN, o eleitor digita primeiro o número do candidato a governador e, em seguida, o da Presidência. É importante conferir nome e fotografia exibidos na urna antes de apertar a tecla verde “Confirma”.

É obrigatório apresentar documento oficial com foto. O e-Título pode ser utilizado como identificação quando exibir a fotografia do eleitor. O aplicativo da Justiça Eleitoral e o Autoatendimento Eleitoral permitem consultar zona, seção e local de votação.

Os números dos candidatos são: para o Governo do RN, Allyson 44 e Cadu 13; para a Presidência, Lula 13 e Flávio Bolsonaro 22.

O que está em jogo

As campanhas apresentam caminhos distintos para temas como economia, segurança, saúde, educação e gestão pública. No plano estadual, Allyson e Cadu elencam como prioridades reduzir filas na saúde, ampliar o ensino em tempo integral, reforçar a segurança e ajustar as contas públicas, com estratégias diferentes para alcançar esses objetivos.

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