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Programa de Lula propõe ampliar rede de institutos federais

Documento prioriza interior do país, periferias urbanas e cidades com baixa oferta de cursos técnicos; sem lista de novos campi ou prazos

Por Redação Os Três Poderes ·

Entrada do campus Natal-Central do IFRN, com pessoas nas proximidades
Entrada do campus Natal-Central do IFRN, com pessoas nas proximidades

O programa de governo de Lula (PT) propõe, para um eventual novo mandato, a continuidade da expansão da rede federal de educação profissional e tecnológica, com prioridade para o interior do país, periferias urbanas e municípios com baixa oferta de cursos técnicos, segundo o documento.

O que está previsto

O capítulo de educação apresenta a rede técnica e tecnológica como instrumento para ampliar oportunidades aos jovens. A proposta inclui um novo ciclo de interiorização da educação superior pública e o aperfeiçoamento da assistência estudantil. O texto trata institutos e universidades na mesma agenda de acesso, sem confundir as naturezas de cada instituição.

Execução e iniciativas

De acordo com o programa, a expansão seguiria orientada por prioridades territoriais. Entre as ações citadas está o Partiu IF, cursinho preparatório gratuito voltado a estudantes do 9º ano do ensino fundamental, como medida de apoio ao ingresso nos institutos.

O que não está detalhado

O documento não apresenta lista de municípios contemplados, datas de abertura de campi, oferta de cursos por unidade, orçamento anual ou quadro de servidores necessário. Assim, a prioridade para localidades com baixa oferta não confirma, por si só, a criação de novas unidades em cidades específicas do Rio Grande do Norte.

O que muda para o RN

Segundo o texto, eventuais decisões sobre novos campi dependem de definições administrativas, disponibilidade de recursos e, conforme o caso, articulação federativa ou mudanças legislativas. Para o RN, isso significa que não há anúncio de novos institutos neste momento; uma eventual ampliação, se definida, miraria a interiorização e o atendimento a áreas com oferta insuficiente.

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