Jornalismo · InstituiçõesOS TRÊS PODERES
Notícias de hoje

Publicidade

Eleições 2026: acompanhe ao vivo a apuração do 2º turno para presidente e governador do RN

Marinho relata mensagem de Flávio dizendo que daria “um tempo” antes de perder contato

Senador do RN afirma que direção do PL não retomou diálogo desde a manhã; eventual viagem não foi comunicada ao partido

Por Redação Os Três Poderes ·

Marinho relata mensagem de Flávio dizendo que daria “um tempo” antes de perder contato

O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou nesta terça-feira (27) que recebeu por volta das 8h uma mensagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) na qual ele disse que daria “um tempo” e que voltaria a conversar com os aliados. Segundo Marinho, desde então a cúpula do PL não conseguiu retomar o contato.

Marinho relatou que esteve com Flávio até cerca das 16h de segunda-feira (26), em reunião que discutiu a necessidade de o parlamentar assumir a liderança da oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o senador potiguar, participaram do encontro o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador eleito Guilherme Derrite (PL-SP) e outros aliados.

O que não está confirmado

De acordo com aliados, o senador teria deixado o país após não cumprir o prazo para entregar seus passaportes à Polícia Federal, determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Não há confirmação oficial sobre eventual viagem, trajetos ou destino, e o partido afirma não ter sido comunicado.

Marinho disse que compreenderia a decisão caso Flávio tenha viajado com a família, mas ressaltou que isso não significa concordância.

“Eu disse que compreendo, eu não disse que concordo”.

Decisão judicial e investigação

Conforme decisão do ministro Alexandre de Moraes, foram determinadas a entrega dos passaportes comum e diplomático e a proibição de o senador deixar o Brasil. Flávio é investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro em um caso que também envolve o advogado Willer Tomaz.

Marinho criticou as medidas e afirmou que a Polícia Federal pediu as cautelares minutos após a proclamação do resultado eleitoral.

“Me parece uma preparação para uma coisa mais persecutória”.

Desdobramento

Em declarações anteriores, Marinho havia dito que só comentaria uma eventual viagem depois de manifestação do próprio senador. Agora, o parlamentar detalha o último encontro e a mensagem recebida antes de perder o contato.

Comentários (0)

Os comentários estão desativados nesta matéria.

Leia também