Justiça de SP nega prisão preventiva a motorista investigado por morte no trânsito
Decisão foi tomada nesta terça (20); vítima é tio do ministro Guilherme Boulos (PSOL)
Por Redação Os Três Poderes ·
A Justiça de São Paulo negou, nesta terça-feira (20), o pedido de prisão preventiva do motorista Amilton Jusselino Rodrigues, investigado pela morte de Carlos Boulos, de 80 anos, tio do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL).
De acordo com a decisão judicial, o pedido não foi acolhido e o caso permanece em apuração pelas autoridades competentes.
Contexto
Segundo as informações do caso, o idoso morreu após ser atingido pelo carro conduzido pelo investigado durante uma discussão no trânsito. A investigação busca esclarecer as circunstâncias do atropelamento e eventuais responsabilidades.
O que é a prisão preventiva
A prisão preventiva é uma medida cautelar que pode ser aplicada antes do julgamento quando a autoridade judicial entende ser necessária para assegurar a ordem pública, a instrução do processo ou a aplicação da lei penal. No caso, a Justiça optou por não decretá-la.
O inquérito segue em andamento na Justiça estadual de São Paulo.
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