Igor Gadelha diz que Moraes pode acionar inquérito para conter pressão por impeachment
Avaliação de Igor Gadelha aponta uso do inquérito relatado no STF para reduzir a pressão por impeachment do ministro no Senado
Por Redação Os Três Poderes ·

O ministro Alexandre de Moraes poderia recorrer ao andamento de um inquérito que relata no Supremo Tribunal Federal para tentar reduzir a pressão, no Senado, por seu impeachment, segundo avaliação de Igor Gadelha. A hipótese não foi confirmada oficialmente.
A avaliação menciona que o inquérito envolve o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o advogado Willer Tomaz e apura suspeitas de lavagem. A ideia atribuída a Moraes seria dar destaque ao avanço das investigações como resposta política à articulação por um pedido de impedimento no Senado.
Contexto
No Brasil, ministros do Supremo podem relatar inquéritos e processos, enquanto cabe ao Senado analisar e, se for o caso, processar e julgar pedidos de impeachment por crimes de responsabilidade. A convivência entre funções judiciais e pressões políticas costuma alimentar tensões entre os Poderes.
O que observar
Eventuais desdobramentos dependem das decisões no inquérito e da movimentação no Senado em torno de pedidos de impeachment. Até o momento, a avaliação sobre o uso do inquérito como estratégia permanece no campo do bastidor e sem confirmação das autoridades citadas.
Comentários (0)
Ainda não há comentários. Seja o primeiro a comentar.
Leia também
Brasil Trump diz que aceitará 1 milhão de barris enviados pela Venezuela
Presidente dos EUA relaciona a remessa a intervenção das Forças americanas e à prisão de Nicolás Maduro; não há confirmação oficial sobre o envio
Brasil Senador Flávio Bolsonaro teria saído do país e ido aos Estados Unidos, dizem fontes
Personas próximas à família afirmam que avião já estaria em voo; informação ainda não foi confirmada oficialmente
Brasil Audiência no Senado ouve lideranças Yanomami e Funai sobre proteção e meio ambiente
Pedidos incluem segurança para comunidades e crianças, acesso à água e continuidade de políticas; Funai prevê R$ 37,3 milhões em cinco anos
