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Rede pública do RN amplia oferta do teste molecular para HPV em 25 municípios

Exame DNA-HPV passa a ser disponibilizado no SUS local para detecção precoce de alterações relacionadas ao câncer do colo do útero

Por Redação Os Três Poderes ·

Rastreamento identifica infecções antes do surgimento de lesões.
Rastreamento identifica infecções antes do surgimento de lesões. Foto: Divulgação/MS

A rede do Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Norte começou a oferecer, em 25 municípios, o exame molecular DNA-HPV para detecção precoce de alterações celulares associadas ao câncer do colo do útero.

O que é o teste DNA-HPV

O teste molecular DNA-HPV identifica a presença do papilomavírus humano (HPV) no organismo antes do aparecimento de lesões visíveis no colo do útero. Diferente do exame citológico tradicional (Papanicolau), que detecta alterações celulares já instaladas, o DNA-HPV atua na detecção do material genético do vírus, permitindo rastreamento mais precoce de infecções que podem evoluir para câncer.

Importância e impacto

A ampliação da oferta do exame na rede pública pode contribuir para o diagnóstico antecipado de infecções por HPV e, assim, permitir acompanhamento e intervenções clínicas mais precoces. Para o Rio Grande do Norte, a disponibilização em municípios do interior e na região metropolitana tende a ampliar o acesso de mulheres que dependem exclusivamente do SUS para exames preventivos.

Como funciona o rastreamento

Em linhas gerais, o teste molecular exige coleta adequada de material da região do colo do útero, realizada por profissional de saúde. A detecção do DNA do HPV indica a presença do vírus; a partir daí, protocolos clínicos determinam acompanhamento, monitoramento ou realização de exames complementares para avaliar possíveis alterações celulares.

O que muda para as usuárias

Com o exame disponível em mais locais do SUS estadual, usuárias que antes precisavam buscar atendimento em centros especializados ou na rede privada podem realizar o rastreamento próximo de suas residências. A ampliação do acesso tende a aumentar a cobertura do rastreamento e a possibilidade de reduzir diagnósticos em estágios mais avançados.

Para informações sobre locais de realização do exame e critérios de agendamento, procure a unidade básica de saúde ou a secretaria municipal de Saúde da cidade onde mora.

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