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Pai é detido em Equador após tirar filho do DF; polícia investiga suspeita de agressão

De acordo com a Polícia Civil, ele estava foragido desde abril e foi achado após acionamento do Conselho Tutelar; criança disse ter apanhado com madeira

Redação Os Três Poderes, com informações de Agora RN

Viaturas da Polícia Civil estacionadas em área externa
Viaturas da Polícia Civil estacionadas em área externa Foto: Reprodução

Um homem foi detido em Equador, no Seridó potiguar, sob suspeita de agredir o próprio filho. Conforme informou a Polícia Civil, ele era procurado desde abril, após sair do Distrito Federal levando a criança, e foi encontrado no domingo (11) depois de o Conselho Tutelar ser acionado.

Segundo a corporação, o caso teve início quando o pai buscou o menino em uma escola no Distrito Federal sem autorização da responsável com quem a criança residia. Após o desaparecimento, essa familiar recorreu à Justiça e obteve a guarda provisória.

Também de acordo com a Polícia Civil, pai e filho chegaram a ser identificados em Goiás e, mais recentemente, em Campina Grande (PB). Em ambas as ocasiões, o homem voltou a sair dos locais levando a criança.

No domingo, uma moradora procurou o Conselho Tutelar de Equador para relatar que havia recebido o pai e o menino em sua casa. A Polícia Militar foi chamada para dar apoio à ocorrência.

Durante o atendimento, os agentes notaram um machucado recente próximo à boca do menino. Ao ser questionada sobre a lesão, a criança disse que teria sido agredida pelo pai.

"Questionada sobre o ferimento, a criança relatou, na presença da responsável legal e de uma conselheira tutelar, que teria sido agredida pelo pai com um pedaço de madeira", informou a Polícia Civil.

Diante do quadro, todos foram levados à delegacia para os trâmites legais. O pai acabou preso, e o acompanhamento passou a ser feito pelos órgãos responsáveis pela proteção da criança, conforme a Polícia Civil.

Contexto

Nessas situações, quando há retirada de criança sem autorização e indícios de violência, o Conselho Tutelar atua de forma imediata para resguardar direitos e aciona as forças de segurança e o Judiciário. As providências cabíveis são definidas pelas autoridades competentes caso a caso.

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