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Eleições 2026: acompanhe ao vivo a apuração do 2º turno para presidente e governador do RN

Celina Leão é reeleita governadora do DF com 57,22% dos votos

Com 90,11% das urnas apuradas, apuração da Justiça Eleitoral indica vitória no 2º turno

Por Redação Os Três Poderes ·

Celina Leão é reeleita governadora do DF com 57,22% dos votos

Celina Leão (PP) foi reeleita governadora do Distrito Federal neste domingo (25/10), no segundo turno das eleições de 2026. De acordo com a apuração da Justiça Eleitoral, com 90,11% das urnas contabilizadas, ela tinha 57,22% dos votos válidos, ante 42,78% de Leandro Grass (PT).

A governadora disputou o primeiro mandato próprio após assumir o cargo em 30 de março de 2026, quando Ibaneis Rocha deixou o posto para cumprir prazos de desincompatibilização eleitoral. Gustavo Rocha (Republicanos) compõe a chapa como vice-governador eleito.

Primeiro turno e trajetória da disputa

No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Celina Leão registrou 49,93% dos votos válidos, conforme a apuração oficial. Leandro Grass teve 34,47%, Paula Belmonte (PSDB) somou 8,51% e Kiko Caputo (Novo) ficou com 4,36%.

Contexto da campanha

Durante a campanha, Celina buscou se afastar de discussões envolvendo o BRB e o Banco Master. Em julho, foi alvo de críticas do PT por declaração na qual associou o desempenho do partido a estados mais pobres e a locais com maior nível de escolaridade. Em setembro, candidaturas adversárias pediram ao Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) a apuração de possíveis repasses a uma empresa da família da governadora; ela negou irregularidades.

Ao longo da eleição, Celina declarou apoio ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, enquanto Leandro Grass apoiou Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Arruda fora da disputa

O ex-governador José Roberto Arruda teve o registro de candidatura barrado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), decisão mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com fundamento na Lei da Ficha Limpa. Arruda foi alvo de investigações relacionadas ao chamado Mensalão do DEM, no âmbito da Operação Caixa de Pandora, e chegou a ser preso em 2010; em 2017 voltou a ser preso, então acusado de desvio de recursos das obras do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

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