Jornalismo · InstituiçõesOS TRÊS PODERES
Notícias de hoje

Publicidade

Eleições 2026: acompanhe ao vivo a apuração do 2º turno para presidente e governador do RN

PIXMei deverá operar via aplicativo e exigir nota fiscal, diz ministro

Recurso de até R$ 5 mil, a fundo perdido, seria voltado a MEIs; início está previsto para 2027

Por Redação Os Três Poderes ·

Foto de Paulo Pereira, ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte
Paulo Pereira, ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, em foto de arquivo

O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, afirmou nesta quinta-feira (29) que o PIXMei, promessa apresentada durante a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deverá ser implementado por meio de aplicativo e exigirá a apresentação de nota fiscal das compras. O benefício previsto é de até R$ 5 mil por microempreendedor individual, a fundo perdido.

Como deve funcionar

Segundo o ministro, os recursos deverão ser usados para investimentos que ampliem a capacidade produtiva, como a compra de máquinas, equipamentos, ferramentas profissionais e melhorias na estrutura do negócio. Ele disse que a operação seria inédita nesse formato de subvenção para MEIs e que o modelo digital visa facilitar o acesso.

Paulo Pereira afirmou que o programa não estará disponível neste ano e que a oferta do benefício está prevista apenas a partir de 2027. Ele alertou que já circulam golpes na internet com promessas de cadastro para o PIXMei e pediu atenção dos microempreendedores, ressaltando que as regras ainda não foram publicadas e não há cadastramento ativo.

O ministro mencionou que a preparação mira alcançar entre 1 milhão e 1,5 milhão de MEIs na fase inicial e disse que, se a experiência funcionar, a medida poderá se tornar permanente. Ele avalia que nem todos os microempreendedores vão solicitar o apoio, pois nem todos terão projetos de investimento.

Critérios e público-alvo

De acordo com Paulo Pereira, a ideia é criar linhas específicas dentro do programa, incluindo uma voltada a empreendedoras e outra para microempreendedores com menor faturamento, os chamados “nanoMEIs”. Os critérios detalhados serão definidos quando o programa for regulamentado.

"São investimentos de até R$ 5 mil, não precisam ser de R$ 5 mil, que possam aumentar capacidade produtiva. É a primeira vez que a gente faz na história do Brasil", disse o ministro Paulo Pereira.

O que muda para o RN

No Rio Grande do Norte, a liberação de recursos a fundo perdido pode facilitar pequenas compras de capital e melhorias em negócios de MEIs, com potencial de modernizar estruturas e ampliar a oferta de serviços. O alcance efetivo no estado dependerá das regras finais, dos critérios de seleção e da adesão dos empreendedores locais.

Comentários (0)

Ainda não há comentários. Seja o primeiro a comentar.

Deixe seu comentário

Os comentários passam por moderação antes de serem publicados.
Aparece publicamente com o comentário.
Nunca é exibido.
0 de 1.500 caracteres

Leia também