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Tarcísio cogita disputar a Presidência em 2030, mas prioriza São Paulo

Governador diz que decisão será tomada com aliados e que foco é cumprir o segundo mandato

Por Redação Os Três Poderes ·

Tarcísio de Freitas fala ao microfone
Tarcísio de Freitas fala ao microfone

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou em entrevista que pode avaliar uma candidatura à Presidência da República em 2030, mas destacou que sua prioridade no momento é cumprir o segundo mandato no estado.

O que foi dito

Segundo o governador, uma eventual candidatura dependerá do contexto político e de uma construção com aliados.

“A gente tem que ver qual é o cenário de momento e, claro, vou estar terminando o segundo mandato aqui no estado de São Paulo. Terminando bem o segundo mandato, obviamente abre uma possibilidade (de disputar a Presidência). Mas isso é uma coisa que você avalia em grupo, não sozinho”

Tarcísio reforçou que o foco atual é a gestão paulista.

“O que está no horizonte agora é honrar meu compromisso com São Paulo. É fazer um bom mandato, de entrega, de realização, que faça a diferença na vida das pessoas”
Ele acrescentou que “2030 é outra conversa”.

Contexto

O governador relatou ter aconselhado o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a permanecer no Brasil após o pleito e a concentrar eventuais questionamentos nas vias judiciais. Segundo Tarcísio, a orientação foi compartilhada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) e por advogados durante reunião realizada no dia 26.

“O conselho que nós demos a ele, os advogados, eu, (Rogério) Marinho, as pessoas que estavam ali reunidas, foi que ficasse (no Brasil)”

Conforme o governador, o grupo discutiu recorrer ao Judiciário para contestar possíveis irregularidades e chegou a avaliar a possibilidade de pedir a cassação da chapa de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin (PSB), sob alegação de abuso de poder político e econômico.

Impacto para o RN

A menção à participação do senador Rogério Marinho (PL-RN) nas conversas indica alinhamento entre lideranças partidárias nacionais e potiguares, o que pode influenciar futuras articulações políticas envolvendo o Rio Grande do Norte.

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