Jornalismo · InstituiçõesOS TRÊS PODERES
Notícias de hoje

Publicidade

Eleições 2026: acompanhe ao vivo a apuração do 2º turno para presidente e governador do RN

Publicação menciona estudo do IBOPE Repucom sobre patrocínios e apostas

Menção indica pesquisa sobre eventual fim de patrocínios de casas de apostas e possíveis medidas para mitigar perdas; a informação não foi confirmada oficialmente

Por Redação Os Três Poderes ·

Ilustração: Uma balança em primeiro plano equilibra de um lado uma pequena arena estilizada e do outro uma pilha de fichas de aposta e um cofre com moedas à mostra; ao fundo, camisas de futebol penduradas com manchas indicando patrocinadores que vão desbotando, tudo iluminado por um foco de luz que
Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa gerada por IA

Uma publicação recente mencionou que o IBOPE Repucom concluiu um estudo sobre patrocínios no esporte, incluindo cenários para um eventual fim das casas de apostas no país e possíveis medidas para mitigar perdas financeiras. A informação não foi confirmada oficialmente.

O estudo é intitulado “Por que, ‘ainda’, não aqui? – Uma análise do...” e abordaria propostas para reduzir impactos em clubes que dependem dessa fonte de receita. A fonte consultada não apresentou dados, números ou detalhes metodológicos do levantamento.

Contexto

Patrocínios de empresas de apostas ganharam relevância no esporte brasileiro, especialmente no futebol, tornando-se uma das principais fontes de receita comercial para clubes. Em diferentes países, mudanças regulatórias têm levado a debates sobre a presença dessas marcas em uniformes e arenas, o que, se ocorrer no Brasil, exigiria readequações contratuais e busca por receitas alternativas.

Até o momento, não há disponibilidade, na fonte consultada, da íntegra do estudo citado nem de suas conclusões detalhadas.

Comentários (0)

Ainda não há comentários. Seja o primeiro a comentar.

Deixe seu comentário

Os comentários passam por moderação antes de serem publicados.
Aparece publicamente com o comentário.
Nunca é exibido.
0 de 1.500 caracteres

Leia também