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Flávio Bolsonaro viaja aos EUA e volta a falar em fraude eleitoral

Polícia Federal suspeita de rota alternativa pela Argentina e diz que não havia ordem judicial contra o senador à época da viagem

Por Redação Os Três Poderes ·

Ilustração: Um passaporte aberto repousa em primeiro plano sobre uma mesa iluminada por luz fria, enquanto ao fundo um avião estilizado sobe em curva e um mapa dobrado mostra uma rota tracejada que desvia por outra fronteira; sombras longas e contraste de luz marcam tensão e sigilo, com uma placa de
Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa gerada por IA

O senador Flávio Bolsonaro viajou para os Estados Unidos e, desde então, passou a afirmar que houve fraude na eleição e a se declarar “presidente eleito”, em declarações atribuídas ao próprio parlamentar. Segundo a Polícia Federal, há suspeita de que ele tenha ingressado na Argentina por uma rota alternativa antes de seguir viagem, e o órgão informou que não havia autorização judicial para prender, monitorar ou adotar outras medidas contra o senador no momento da saída do país.

O que diz a PF

De acordo com a Polícia Federal, existe a suspeita de que o trajeto incluiu a entrada na Argentina por caminho diferente do usual. A PF também afirmou que, à época da viagem, não possuía autorização judicial para realizar prisão, monitoramento ou outras medidas cautelares em relação ao parlamentar.

Reações e implicações

As manifestações públicas foram divergentes: aliados do senador falaram em “exílio político”, enquanto adversários classificaram a decisão como um ato de covardia. O caso reacendeu o debate sobre o papel das instituições no acompanhamento de investigados e sobre os limites de atuação de órgãos como a Polícia Federal e o Senado.

Contexto

O episódio ocorre em meio a investigações sobre a conduta do parlamentar. O tema envolve discussões a respeito de deslocamentos de autoridades, uso de documentos oficiais e cooperação institucional em casos com grande repercussão nacional.

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