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Estimativas projetam carga de consumo acima de 30% na transição da reforma

Projeções não confirmadas sugerem que a soma de CBS e IBS pode superar 30% a partir de 2027; percentuais finais dependem de leis complementares

Por Redação Os Três Poderes ·

Estimativas projetam carga de consumo acima de 30% na transição da reforma

Estimativas ainda não confirmadas apontam que a carga tributária sobre o consumo no país, resultante da soma da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), poderia superar 30% a partir da fase de transição prevista para janeiro de 2027.

Segundo essas projeções, a alíquota total viria da combinação da CBS — que substituirá parcialmente PIS e Cofins — com o IBS, ambos incidentes sobre bens e serviços. Não há confirmação oficial sobre percentuais finais.

O que muda a partir de 2027

A transição mencionada prevê a introdução gradual dos novos tributos, com a CBS no âmbito federal e o IBS na esfera de estados e municípios. As regras detalhadas, como cálculo, créditos e compensações entre entes federativos, ainda dependem de leis complementares e regulamentação.

Por que a projeção preocupa

Uma alíquota total acima de 30% é considerada elevada em comparação internacional e pode refletir em preços ao consumidor e na competitividade de empresas. As estimativas citadas não trazem metodologia, setores mais afetados ou divisão da arrecadação entre os entes.

Contexto

A reforma tributária sobre o consumo busca simplificar o sistema ao unificar tributos e adotar um modelo de imposto sobre valor agregado. A definição do percentual final depende da aprovação de normas complementares e de decisões de regulamentação.

O que pode mudar para o RN

Eventual alíquota mais alta na soma de CBS e IBS poderia pressionar custos de empresas do comércio e de serviços — atividades relevantes na economia potiguar — e afetar preços ao consumidor no Rio Grande do Norte. Os efeitos concretos, porém, dependem das regras de transição, das alíquotas efetivas e de mecanismos de compensação que ainda serão definidos.

Até o momento, não há confirmação de autoridades econômicas sobre o percentual final da carga sobre o consumo. O tema seguirá em debate durante a tramitação e a regulamentação.

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