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Datafolha vê aprovação ao governo Lula à frente da desaprovação pela 1ª vez desde julho

Levantamento aponta 49% de aprovação e 48% de desaprovação; disputa do 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro segue em empate técnico

Por Redação Os Três Poderes ·

Datafolha vê aprovação ao governo Lula à frente da desaprovação pela 1ª vez desde julho

Pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) aponta que 49% dos eleitores aprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e 48% desaprovam. É a primeira vez desde julho que a aprovação aparece numericamente acima da desaprovação, ainda dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento foi feito de 20 a 22 de setembro, a três dias do segundo turno da eleição presidencial.

Avaliação do governo

Segundo o Datafolha, 36% consideram a administração ótima ou boa, 24% a classificam como regular e 39% como ruim ou péssima. Em relação à rodada anterior, houve leve avanço na avaliação positiva e redução na negativa.

Disputa do 2º turno

Na simulação de segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, o instituto registra 47% para Flávio e 46% para Lula. Brancos e nulos somam 5%, e 2% se dizem indecisos. Nos votos válidos — cálculo que exclui brancos, nulos e indecisos — os dois aparecem empatados em 50%.

Rejeição e decisão de voto

O Datafolha também aponta rejeição de 46% a Flávio Bolsonaro e de 45% a Lula. Outros 3% rejeitam ambos, enquanto 6% não rejeitam nenhum. Entre os entrevistados, 94% afirmam estar totalmente decididos para o segundo turno e 6% dizem que ainda podem mudar de escolha.

Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas com 16 anos ou mais em diferentes regiões do país, entre 20 e 22 de setembro. O nível de confiança informado é de 95%, e a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-09709/2026.

O que pode mudar para o RN

Em cenários de empate técnico, as campanhas costumam intensificar a mobilização de eleitores nas horas finais. No Rio Grande do Norte, a disputa nacional apertada tende a ampliar o foco em estratégias de comparecimento às urnas e no voto útil, fatores que pesam em eleições acirradas.

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